KRATOS

Kratos foi o capitão de um exercito em Esparta, começou com apenas 50 homens, mas logo o exercito cresceu para milhares. Se tornando um general, ele venceu inúmeras batalhas e trouxe inúmeros tesouros de suas viagens.
Mas em pouco tempo, Kratos se tornou brutal e sedento pelas guerras, vencendo batalhas por métodos pouco convencionais, mas com táticas eficientes. Apenas sua família tinha coragem de questionar seus métodos. Ele sempre afirmou que queria mostrar ao mundo toda a gloria de Esparta, mas sua esposa sempre protestou, dizendo que tudo aquilo que ele fazia, era não para a gloria de Esparta, mas para o próprio Kratos.
De qualquer forma, Kratos e seu exercito Espartano não eram capazes de derrotar a impiedosa tribo de bárbaros do leste. Em menor numero, e com menor poder de batalha, seu exercito estava perdendo, e Kratos, a ponto de ser morto pelo líder dos bárbaros, ofereceu sua alma e corpo a Ares, o Deus da guerra. Ares aceitou a proposta, acabando com os bárbaros, e dando a Kratos as famosas Blades of Chaos, e as mesmas foram presas a Kratos num sinal de servidão.
Kratos serviu Ares lealmente, atacando vilas e espalhando o caos em seu nome, mas durante um ataque numa vila de seguidores de Atenas, Ares faz com que Kratos num momento de fúria cega, mate a própria mulher e sua filha, onde depois Ares diz a Kratos que o forçou a matar sua família, para fazer de Kratos o guerreiro perfeito. Kratos, chocado pelo que acabara de fazer, deixou os corpos de sua mulher e filha para queimar no tempo onde ele as atacou, enquanto jurava vingança a Ares. O oráculo da vila, declara uma maldição a Kratos, que a partir daquele momento, ele iria carregar em sua pele, as cinzas de seus familiares mortos como penalidade pelos seus atos. Dali em diante, Kratos ficou conhecido como “O Fantasma de Esparta”, devido a sua pele agora, ser pálida como a lua.
A partir de então, o amaldiçoado Kratos começa a ser perseguido por terríveis pesadelos da morte de sua família, levando Kratos em longo termo a total insanidade. Abandonando Esparta, Kratos viajou por toda a Grécia, somente achando um pouco de conforto navegando pelos mares de Aegean. Para encontrar a paz definitiva, ele oferece seus serviços aos outros Deuses do Olimpo, na esperança que eles um dia o libertem de todo seu sofrimento.
Para os outros mortais, ele estava marcado agora pela sua pele branca. O conhecimento de suas ações do passado criaram um sentimento de repulsa entre os outros mortais, onde pessoas preferiam se matar ao invés de serem salvas por ele, sendo permanentemente marcado como Fantasma de Esparta para todos que ele cruzava. Ele era visto como a personificação da crueldade e egoísmo.
Kratos serviu os Deuses por mais 10 anos apos a morte de sua família, mas sempre manteve seu desejo de vingança sobre Ares.